Dinamismo do mercado e sofisticação dos investidores estão aumentar a procura pelos chamados “bens futuros” em Portugal.

Vendem-se cada vez mais imóveis ainda por construir, uma tendência que tem ganhado força à boleia da escalada dos preços do imobiliário e da forte procura que Portugal tem registado nos últimos anos.

Embora não existam dados oficiais relativos ao número de contratos promessa de compra e venda dos chamados “bens futuros”, tendência é reconhecida no setor. “Este modelo de negócio foi razoavelmente frequente entre 2000 e 2008, altura em que a crise financeira mundial provocou uma quebra brusca deste tipo de operação. A melhoria do risco de Portugal a partir de 2015 e os níveis significativos de liquidez que os investidores registam hoje trouxeram este modelo de novo para a agenda”, refere Paulo Sarmento, diretor de investimento da Cushman & Wakefield, ao jornal.

Tratam-se não só de projetos em planta que estão a ser vendidos em cada vez maior número, mas também já há investidores que procuram imóveis que ainda não foram desenhados, projetos onde se conhece apenas a localização, o promotor e o arquiteto.

De acordo com o jornal, o que tem acontecido é que, num contexto de forte dinamismo do mercado imobiliário — segundo o INE, foram vendidos, em 2018, 242 mil imóveis por mais de 26 mil milhões — Portugal tem atraído investidores internacionais cada vez mais sofisticados.

Fonte: Eco Sapo


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