O Financial Times escreve que os investidores chineses consideram regressar aos mercados imobiliários internacionais e Portugal está entre os destinos mais procurados.

De acordo com o jornal britânico, Sodichan, um portal de propriedades para compradores chineses que procuravam propriedades em todo o mundo, registou um aumento de 300% nas consultas em comparação com o período anterior de seis semanas.

Nessa pesquisa existem alguns destinos mais procurados, como os EUA, o Canadá e a Austrália, com boas economias e sistemas educacionais atraentes. Num segundo patamar, estão destinos mais baratos, mas fora do radar para compradores chineses, como Estónia, Roménia e Marrocos. E terceiro são os países que oferecem programas de investimento com direito a cidadania, incluindo Grécia, Espanha e Portugal.

O Financial Times escreve ainda que nos primeiros três meses do ano, o portal de propriedades SnowOnly registou um aumento de 100% em relação ao trimestre anterior nas consultas do mercado chinês.

Também desde o início de Março, Marc Schneiderman, director da Arlington Residential, diz que recebeu 15 “consultas credíveis” de compradores chineses que procuram áreas de luxo no norte de Londres. A perspectiva de uma baixa de preços na capital britânica fez aumentar a procura.

“Os compradores chineses procuram oportunidades de investimento”, revela Victoria Garrett, directora do departamento residencial da Knight Frank para a região Ásia-Pacífico, com sede em Singapura. “Mas no fundo o objectivo é educar os seus filhos no exterior”.

Apesar do interesse, as vendas ainda ficam suspensas até à passagem deste tempo de incerteza devido à pandemia e de quando irá terminar. 

Fonte: Diário Imobiliário


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