Com a crise provocada pelo coronavírus, as rápidas e eficientes medidas adotadas pelo governo Português reforçam o empenho para garantir a sustentabilidade da economia do país.  

Grande parte do investimento na economia portuguesa provêm do sector imobiliário, principalmente através de investidores estrangeiros e apesar da crise global, o interesse em Portugal como forma de aplicação de recursos permanece.

“Após duas semanas de confinamento, vários investidores voltaram a procurar-nos, pois consideram os  nossos ativos como um porto seguro para os dias atuais”, destaca o CEO da Europar, Marcos Matrowitz.

Na verdade, as medidas implementadas durante a pandemia do coronavírus em Portugal tem tido uma repercussão extremamente positiva na imprensa internacional. Portugal tem vindo a destacar-se internacionalmente pelo sucesso no combate à epidemia, num momento em que a população vem mantendo um papel fundamental pelo sentido de responsabilidade com que, conjunta e solidariamente, tem enfrentado a epidemia.

Em comparação com os países vizinhos e demais países europeus, Portugal tem um dos índices mais baixos de letalidade, o que poderá ser justificado por um serviço nacional de saúde de alta qualidade, por uma continuidade governativa desde 2015 e pela saída da austeridade muito tempo antes do que a Espanha e França, por exemplo.

Note-se, ainda, que o governo regularizou automaticamente todos os imigrantes em processo pendente de legalização, para que a todos fosse garantido o sistema de saúde gratuito e universal. A imprensa internacional fala no “milagre Português”.

“Todos os nossos projetos continuam em desenvolvimento e estamos ajustando os contratos e formato de trabalho para assegurar novas negociações. Em grandes crises como a que vivemos atualmente, ativos imobiliários continuam sendo um dos investimentos mais seguros, ainda mais quando são conjugados com contratos de longo prazo com grandes empresas. Visto o trabalho que estamos desenvolvendo e o que acompanhamos do sector, seguimos confiantes que o mercado imobiliário português, apesar de afetado, continua tendo potencial”, acrescenta Marcos.


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