Os 25 trabalhadores da fabricante de lubrificantes e aditivos em Portugal também recebem este “consolo” pela covid-19 no próximo salário. Armazém no Cacém está a “trabalhar normalmente, com forte reforço de proteção”.

Em vez de reduzir o tempo de trabalho ou fazer despedimentos devido à pandemia da covid-19, a Liqui Moly decidiu atribuir um bónus de mil euros brutos a cada trabalhador, incluindo às 25 pessoas que trabalham para a multinacional de origem alemã em Portugal.

“A título de consolo financeiro contra o coronavírus”, como lhe chamou o diretor-geral, Ernst Prost, o valor extra será adicionado ao próximo salário. “Imagino que as circunstâncias atuais impliquem um esforço acrescido em termos de tempo e de dinheiro para si”, assinalou o gestor, numa nota enviada aos quase mil trabalhadores em todo o mundo.

Com sede em Sintra e armazém no Cacém, a filial portuguesa desta especialista alemã em lubrificantes e aditivos dá resposta e gere todo o mercado ibérico, sendo responsável por todas as atividades comerciais (vendas, distribuição), de marketing e do foro técnico, incluindo apoio e formação aos clientes.

Ao Negócios, o responsável de comunicação, Cláudio Delicado, indicou que a direção, o marketing e a equipa comercial estão em regime de teletrabalho, mas o armazém “continua a trabalhar normalmente, com um forte reforço das medidas de segurança e proteção, para dar resposta aos pedidos dos clientes”.

“Por exemplo, ao nível dos lubrificantes são ‘peças’ essenciais para que os veículos possam continuar a circular em segurança. Ainda que com restrições devido também ao encerramento ou limitação de alguns dos nossos clientes, mas continuamos a dar resposta”, acrescentou a mesma fonte.

Líder na Alemanha, onde tem as únicas duas fábricas, e com presença direta em Portugal há 13 anos, a Liqui Moly comercializa produtos na área dos químicos – lubrificantes, aditivos, adesivos e selantes e sprays técnicos, entre outros – e com aplicação nos segmentos auto, moto, veículos pesados, marine, indústria e construção, agricultura, jardinagem e bicicleta.

Fonte: Jornal de Negócios


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